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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

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ÁGUIA NUM VÔO RAZANTE TENTA LEGAR BÊBE EM PARQUE CANADÁ

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NOVIDADES TECNOLÓGICAS

Games são atualizados com informações reais

NOVIDADES TECNOLÓGICAS

Google digitaliza os Pergaminhos do Mar Morto

Em parceria com o Museu de Israel, a empresa disponibilizou parte dos textos inteiramente online.


Pergaminhos digitalizados (Fonte da imagem: The Official Google Blog)
A Google, em parceria com o Museu de Israel, em Jerusalem, lançou um projeto para digitar os Pergaminhos do Mar Morto. Esses manuscritos são textos religiosos descobertos entre 1947 e 1956 na região de Khirbet Qumran. Eles são formados por 972 textos e compõem a versão mais antiga da Bíblia conhecida.
A coleção é datada do terceiro e primeiro séculos antes de Cristo e em 68 a.C e foram escondidos em 11 cavernas do deserto da Judéia  para evitar que o exército romano os encontrasse. Os manuscritos foram escritos em pergaminho e papiro e, devido à fragilidade de sua estrutura (dada a idade), eles são mantidos no Museu de Israel em Jerusalem em uma redoma apropriada para a sua conservação.
Até alguns dias, se você quisesse ter acesso a um desses documentos, seria necessário prestar uma visita ao museu. No entanto, a Google lançou um projeto chamado “Dead Sea Scrolls Online” que já digitalizou cinco desses manuscritos. Eles estão em alta resolução, em fotografias de 1.200 megapixel feitas pelo fotógrafo Ardon Bar-Hama.
Tradução diretamente para o inglês 
(Fonte da imagem: The Official Google Blog)
Essa resolução permite que você possa explorar detalhes dos pergaminhos, inclusive o material utilizado para a escrita. Neles, você pode encontrar trechos falando da vida e da antiga religião de Jerusalém, incluindo o nascimento do Cristianismo. Além disso, ao clicar nos textos em hebraico e obter a tradução para o idioma inglês.
Adicionalmente, a página possui suporte à busca. Se você procurar frases presentes nos manuscritos, é capaz de acessar diretamente o material desejado. Esse é mais um dos projetos da Google para incentivar a divulgação da história e cultura na internet.

Fonte: TECMUNDO

NOVIDADES TECNOLÓGICAS

Tecnologia permite o envio de dados e energia sem o uso de cabos. Foto: Adam Berry/Getty Images 

Tecnologia permite transmitir dados e energia sem cabos

 Tecnologia permite o envio de dados e energia sem o uso de cabos
Foto: Adam Berry/Getty Images

Um experimento da Universidade de Oxford, no Reino Unido, promete facilitar o uso de eletrônicos. Isso porque a instituição está desenvolvendo uma tecnologia que permite o envio de dados e o recarregamento de baterias sem a necessidade de conexão por cabos.

Por enquanto, foram desenvolvidos testes apenas com dispositivos de baixa potência, como celulares e câmeras. No entanto, os estudiosos da universidade acreditam que essa tecnologia também possa ser utilizada em equipamentos de maior escala, dispensando futuramente o uso de fios de transmissão de energia e dados.

De acordo com o pesquisador de Oxford, Chris Stevens, os dispositivos tem a capacidade de transmitir 3,5 gigabits (o que equivale a 448 megabytes) ou centenas de watts de potência por segundo. Além disso, ele afirma que a tecnologia tem potencial para aumentar a performance.

A invenção é composta por metamateriais, isto é, materiais sintéticos dotados de propriedades físicas que não são encontradas normalmente na natureza. Os componentes utilizados atuam como guias de ondas e superfícies de indução magnética, isto é, levam a energia e os dados até o aparelho.

A tecnologia pode ser implantada atrás da tela de um computador, por exemplo. A partir disso, o invento possibilitaria a recarga do aparelho, além de permitir conexões wireless com outros equipamentos, como teclados, mouses e câmeras. Isso dispensaria o uso de cabos USB, para enviar os dados, e de energia, para recarregar o equipamento.

O invento consiste em uma camada condutora modelada, que deve estar em contato com o aparelho que vai receber os dados ou a energia. Segundo o pesquisador, como a tecnologia tem pouca espessura, é possível adicioná-la a qualquer superfície, até mesmo em tecidos. Isso permitiria que aparelhos de uma sala de estar, como televisões, DVD players e rádios, sejam recarregados se a tecnologia estiver instalada sob o carpete ou o papel de parede.

Outro exemplo seria um carro elétrico que obteria energia por meio de um tapete localizado na garagem. A carga ocorreria cada vez que o veículo estacionasse sobre a peça. Stevens enfatiza ainda que o invento é menos danoso ao meio ambiente. Afinal, as tecnologias tradicionais são soldadas ou ligadas entre si, o que dificulta a desmontagem. O fato de o invento não ter fio facilita esse processo. 

sábado, 15 de dezembro de 2012

O FUTEBOL DO MUNDO EM PERNAMBUCO

Entrevista com o secretário extraordinário da 

copa em Pernambuco, Ricardo Leitão. ( Por Hugo Mendonça) 

     Não só pernambuco,mas todo o país vive a expectativa para o início da copa das confederações da copa do mundo mo Brasil.
 
    Nosso Estado já estava confirmado como uma das sedes para a copa de 2014, e nesse mê sde Novembro a FIFA confirmou PERNAMBUCO também como uma das sedes para a copa das confederações no ano que vem.
   Diante disto, entrevistamos o Secretário  extraordinário da copa em Pernambuco, o Sr. Ricardo Leitão, que nos contou como está o andamento da construção da Arena e as obras ao seu entorno, além de nos falar também que o jogo inaugural da Arena será no dia 14 de Abril de 2013, mas ainda sem equipes definidas.

   Fonte ( Revista Presença - Carpina - PE)
15/12/2012
   

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

NOVIDADES TECNOLÓGICAS

Microlâmpadas de plasma superam eficiência dos LEDs  

Microplasma
A ideia quase ingênua de um aluno parece ter sido o suficiente para que engenheiros inventassem um novo sistema de iluminação.
Segundo eles, a tecnologia de microplasma produz um novo tipo de lâmpada que é mais eficiente do que tudo o que se conhece até agora, incluindo as lâmpadas fluorescentes compactas e até os LEDs.
"O estudante se aproximou de mim com um pedaço de silício e me perguntou, literalmente, 'Você se importa se eu fizer um pequeno furo nesta placa e tentar produzir um plasma dentro do buraco?'," conta o Dr. Gary Eden, da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos.
Pouco depois, o estudante tinha um plasma dentro de um furo com apenas 400 micrômetros de diâmetro - o precursor da tecnologia que ele e seu agora colega Sung-Jin Park estão tentando comercializar, depois de mais de uma década de aperfeiçoamentos.
Inicialmente a luz emitida era adequada apenas para aplicações médicas. Alguns anos depois, as microlâmpadas de plasma já brilhavam em luz visível, superando as lâmpadas incandescentes.
Agora elas parecem ter superado tudo o que se conhece em termos de iluminação.
Lâmpada de plasma
O plasma, um gás ionizado, frequentemente chamado de quarto estado da matéria, já é utilizado nas lâmpadas fluorescentes e está saindo de moda nas telas de TV, onde está sendo substituído pelos LEDs - os pesquisadores chegaram a demonstrar que sua tecnologia é superior à das telas de plasma no mercado, mas eles parecem ter perdido o "timing" da indústria.
A chave para o desenvolvimento está na relação entre diâmetro e pressão, essencial para se obter plasmas estáveis.
Nos minúsculos furos, feitos em placas de alumínio, a pressão do plasma é muito alta, fazendo com que ele consuma menos energia e aqueça menos a estrutura, ainda assim produzindo luz de alta qualidade - enquanto as telas de plasma das TVs são conhecidas por seu aquecimento e alto consumo de energia, as lâmpadas de microplasma geram menos calor do que os LEDs.
Enquanto as telas de plasma das TVs são conhecidas por seu aquecimento e alto consumo de energia, as lâmpadas de microplasma batem todos os concorrentes. [Imagem: Eden Park Illumination]
Os protótipos até agora desenvolvidos medem 15 x 15 centímetros, por 4 milímetros de espessura, incluindo o vidro para prender o plasma nos microfuros e revestimentos poliméricos extras de proteção contra quebra.
Essas pequenas placas têm 250 mil furos, o que faz com que elas brilhem por inteiro - ao contrário de um refletor de LED, onde você vê as pequenas lâmpadas de estado sólido lado a lado.
Produzir barato para vender barato
As lâmpadas fluorescentes também geram luz por plasma, mas perdem eficiência por causa de seu formato em 360 graus. A lâmpada de microplasma, que é direcional, compara-se a uma lâmpada fluorescente de 80 lumens por watt, mesmo tendo apenas 35 lumens por watt.
Além da vantagem de não conter mercúrio, o alumínio, plástico e vidro usados em sua construção são totalmente recicláveis.
fonte da informação > (clique aqui) ou clique em Home > ( )